
O Brasil é líder de consumo de analgésicos entre os países emergentes e o sexto maior mercado do mundo, ficando na frente de países como Japão e Espanha. Como algumas fórmulas têm componentes derivados de drogas como o ópio (sendo que essa categoria necessita de receita médica para ser comprada), existe chances de as pessoas viciarem nesses. Outros problemas que o abuso pode causar são lesão renal ou sangramento gastrointestinal.

Algumas grávidas reclamam de se sentirem mais distraídas e com memória fraca durante a gestação, e a causa disso pode ser os altos níveis de hormônios sexuais. Mas pesquisadores ainda conhecem pouco sobre o tema. Eles acreditam que as mudanças que ocorrem nos cérebros das mamães as ajudam a entenderem melhor o bebê, se tornando mulheres mais sensíveis. As alterações que acontecem na área do cérebro responsável pelo processamento da emoção e da memória preparam as mulheres para os cuidados com o filho.
“A gravidez é um período crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso das mães”, afirma Laura Glynn, que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema. “Pode haver um custo (como os problemas de concentração), mas o benefício é uma mãe mais sensitiva e eficiente”, completa.

O estudo envolveu voluntários saudáveis que tiveram seu nível de
serotonina alterados através da manipulação da dieta. Foram utilizados
exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para mapear e medir a
atividade cerebral dessas pessoas enquanto viam imagens de rostos com
expressões de raiva, tristeza e neutras.
Os resultados relevaram que baixos níveis de serotonina provocaram
comunicações mais fracas na amígdala (regiões específicas do sistema
límbico emocional do cérebro) e nos lobos frontais. Segundo os
pesquisadores, isso pode sugerir que quando os níveis de serotonina
estão baixos fica mais difícil para o córtex pré-frontal controlar as
respostas emocionais para raiva geradas dentro das amígdalas.
- Leia mais sobre o estudo em Humana Saúde
- Veja os benefícios de uma dieta balanceada em Boa Saúde
- Algumas pessoas compensam a raiva comendo mais. Entenda melhor esse processo em Bibliomed (para assinantes)

Cérebros idosos podem estar aptos a competirem com cérebros mais novos. Ambos, por exemplo, demoram a mesma quantidade de tempo para tomarem decisões em determinados contextos, sendo que ambos se preocupam em obter exatidão na tarefa ao invés de velocidade.
“Muitas pessoas pensam que é natural que os cérebros de pessoas mais velhas fiquem mais lentos com a idade, mas nós estamos descobrindo que isso não é sempre verdadeiro. Pelo menos em algumas situações, pessoas de 70 anos podem ter respostas semelhantes às de pessoas com 25 anos”, explica o pesquisador Roger Ratcliff.

Contudo, como é de conhecimento geral, quanto mais cedo uma doença é diagnosticada, maiores são as chances de cura. Segundo Jennifer Howell e James Shepperd, responsáveis pela pesquisa, é preciso fazer com que essas pessoas resistentes avaliem o que julgam mais importante: o medo da doença ou o gosto pelo seu bem estar.
“Se você fizer com que a pessoa redirecione sua atenção, saindo da ameaça, e centrando-se no seu senso geral de bem-estar, ela terá uma menor tendência a fugir das informações potencialmente ameaçadoras,” afirmam os pesquisadores.

Pesquisadores da Universidade de Alberta (Canadá) desenvolveram um estudo com diversos profissionais da área e pais de crianças com problemas de peso, descobrindo que os pais não estão aptos a lidarem com a situação, se ofendendo com o termo ‘obeso’ ou com médicos que determinavam objetivos a serem obtidos pelas crianças sem consultarem os pais. Os médicos também podem cometer erros, parecendo ansiosos demais ou não dando espaço à família no momento de tomar decisões.
Problemas assim podem afetar o tratamento de forma negativa, fazendo com que os pais se envolvam menos no processo e tenham mais chances de não seguirem os conselhos médicos ou irem às consultas de retorno. Portanto, é preciso que médicos e pais se esforcem, colocando a saúde da criança e o seu bem estar em primeiro lugar.

Realizado nos Estados Unidos, o estudo envolveu mais de 17 mil jovens e constatou que quanto mais dias perdidos de aula, maiores as chances de surgirem transtornos psicológicos. Segundo o estudo, os alunos que apresentaram maiores índices de falta do ano anterior ao levantamento de dados, tenderam a ter mais depressão, ansiedade e comportamento anti-social.
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