segunda-feira, 12 de março de 2012

São Paulo terá bebê financiado em até 36 vezes

Financiamentos ajudam a pagar o tratamento que custa o preço de um carro popular
 

Tratamentos de reprodução assistida podem custar o preço de um carro popular em clínicas particulares e as filas de espera na rede pública passam de três anos.
Mas, em São Paulo, há outras alternativas para driblar a dificuldade de engravidar, uma condição que vem se tornando cada vez mais frequente no País e no mundo. Financiar o procedimento de fertilização em até três anos, por exemplo, é uma opção que estará disponível na capital a partir do próximo semestre.

A ideia da gestação financiada é do Programa Acesso, um dos serviços que subsidiam parte do tratamento para casais inférteis, mediante alguns critérios.
"Conversamos com parceiros para oferecer juros atraentes, abaixo do que é cobrado por cartões de crédito, afirma o biomédico Floriano Moreira de Andrade, um dos responsáveis pelo serviço.
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O Projeto Acesso garante ainda descontos em medicamentos e honorários médicos. Nessa mesma linha há o Instituto Sapientiae e o Projeto Alfa, que oferecem tratamentos com descontos de 40% a 100% para as futuras mamães.
Essas alternativas ajudam a atender uma demanda crescente: a SBRH (Sociedade Brasileira de Reprodução Humana) estima, com base em pesquisas internacionais, que a quantidade de gestações de laboratório tenha aumentado de 20% a 25% entre 2008 e 2010.

Mas a oferta de tratamentos está longe de suprir a procura por eles no País. Cerca de 30 mil ciclos de fertilizações in vitro (FIV), por exemplo, são realizados anualmente.
"O Brasil precisaria fazer, contudo, cerca de 150 mil fertilizações in vitro por ano para atender sua demanda", garante o presidente da SBRA (Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida), Adelino Amaral Silva.
Por isso, é grande a disputa por tratamentos totalmente gratuitos, oferecidos em São Paulo pela Secretaria de Estado da Saúde, por meio do Hospital das Clínicas e do Centro de Referência em Saúde da Mulher (Pérola Byington).

Câmara aprova exigência de cirurgia de reconstrução de mama pelo SUS

Operações de retirada e reconstituição deve ser feitas no menor intervalo possível
Da Agência Câmara
O Plenário aprovou, simbolicamente, o Projeto de Lei 2784/08, da deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que prevê a realização de reconstrução da mama pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no mesmo tempo cirúrgico da mastectomia (retirada da mama realizada em casos de câncer), quando houver condições técnicas.

Segundo o texto aprovado, no caso de impossibilidade de colocação da prótese imediatamente, a paciente terá garantida a realização da cirurgia no SUS quando alcançar as condições clínicas requeridas.

A matéria estava apensada ao PL 2740/00, do Senado, que institui a obrigatoriedade de prestação de atendimento cirúrgico-plástico a portadores de defeitos físicos causadores de sofrimento moral relevante. Devido à mudança acrescentada pela Câmara, a matéria retorna ao Senado.

Para a autora do projeto, o projeto permitirá uma nova realidade para as mulheres que sofreram a mastectomia. “Cerca de 31% dos casamentos terminam depois da mastectomia, e 64% das mulheres mastectomizadas se sentem inferiorizadas na sociedade”, afirmou Rebecca Garcia.

Tabela defasada

Segundo a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), a medida não terá efeitos se a tabela do SUS não for reajustada, porque ela estipula cerca de R$ 315 para a colocação de prótese. Desse valor, R$ 142 pagariam pelos serviços dos médicos anestesista e do cirurgião plástico.

“Precisamos de providências urgentes, porque se essa tabela não for reajustada as mulheres continuarão na fila pela falta de médicos que façam esse procedimento”, afirmou.

A proposta recebeu elogios de diversos deputados, como Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Cida Borgetthi (PP-PR), que destacaram que a medida resgata a dignidade e aumenta a autoestima das mulheres que passam por cirurgia para retirada de tumor na mama.

Veja cinco ingredientes que não podem faltar na dieta das mulheres

Leite, queijos e iogurte, Chia,Farinha de berinjela, Hibisco e Azeite são ao alimentos que não podem faltar.

Reprodução


 
Alimentação adequada é uma das principais fontes de saúde. Por meio dela é possível garantir proteção contra doenças cardíacas, câncer, osteoporose, além de emagrecer. Veja cinco ingredientes que não podem faltar na sua dieta: 
 
Leite, queijos e iogurte
Os laticínios são importante fonte de cálcio e essenciais para a saúde principalmente das mulheres. As alterações hormonais inerentes à menopausa levam a uma perda de 5% de massa óssea por ano. Um terço das mulheres acima dos 50 anos tem oesteoporose, segundo o Estudo Brasileiro de Osteoporose (Brazos). No entanto, a doença pode ser evitada com a alimentação adequada e principalmente com a ingestão suficiente de alimentos que contém cálcio. 
 
Chia
Semente originária do México e da Colômbia, além de emagrecer ajuda no combate ao diabetes, a hipertensão e melhora a pele. É rica em cálcio, fósforo, ferro, magnésio, potássio, zinco, fibras e, principalmente, ômega 3, sendo a mais importante fonte vegetal desse nutriente. Duas colheres de sopa (30 gramas), quantidade diária indicada pelos nutricionistas, têm 29% de fibras (8,6g) e 16% de ômega 3 (4,8g). 
 
Farinha de berinjela
Descoberta pela professora Glorimar Rosa, do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a farinha ajuda a emagrecer e reduz os riscos cardíacos. De acordo com os estudos, quem consome o produto pode perder peso duas vezes mais rápido e eliminar a perigosa gordura abdominal.
 
 
Hibisco
O chá de hibisco pode ser uma arma contra o envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares e até câncer. O “poder” dessa flor está na presença de antocianinas e vitamina C, que tem alto poder antioxidante. Mas às vésperas do verão, para quem procura ajuda extra para perder peso, ele se mostra ainda mais poderoso. De cor vermelha e sabor suave de framboesa, ele pode ser consumido quente ou frio. A sugestão de consumo é de três a quatro xícaras ao dia.
 
Azeite
Estudos já comprovaram que usar o azeite de oliva diariamente pode proteger o coração de doenças importantes como o AVC, o infarto, entre outras. Além dessas propriedades, esse ingrediente também pode ser eficiente no combate ao câncer. Pesquisadores da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que o azeite de oliva extravirgem atua como antioxidante combatendo a doença e retardando o processo canceroso. O azeite também ajuda a reduzir o colesterol ruim e consequentemente diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2. As informações são do Delas.

MEDICINA E SAÚDE

NOVA CIRURGIA GÁSTRICA REVERSÍVEL REDUZ VOLUME DO ESTÔMAGO EM 70%.


Técnica menos invasiva é indicada para pessoas com 30 quilos acima do peso normal e não impõe restrições alimentares graves


Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova cirurgia gástrica que não altera de forma permanente a anatomia do estômago de pacientes obesos.A técnica minimamente invasiva, que não necessita do implante de dispositivos e faixas é uma alternativa para pacientes que estão mais de 30 quilos acima do peso normal. Ao dobrar o estômago, ela reduz o volume do órgão em 70%. Os pacientes podem perder até 2 quilos por semana após o procedimento.Segundo o líder do trabalho, Santiago Horgan, a Plicatura gástrica pode ser comparada à arte do origami. A técnica é potencialmente reversível e é realizada por laparoscopia.Durante o procedimento de uma hora, de uma a cinco pequenas incisões são feitas no abdômen para atingir o estômago e realizar as dobras. Dependendo do tamanho do estômago do paciente, uma ou duas pregas são criadas com suturas não absorvíveis.[Image]"Após a cirurgia, com um tamanho menor do estômago, o paciente se sente satisfeito mais rapidamente e apresenta uma diminuição real do apetite. Se, por alguma razão, nós precisarmos voltar o estômago ao seu tamanho original, isso é possível. Além disso, como a anatomia do paciente não é redirecionada, o paciente não tem restrições alimentares graves", explica Horgan.Além de perda de peso, muitos pacientes veem um benefício associado na redução da pressão arterial, diabetes e medicamentos de depressão. Estes resultados em longo prazo são um produto de uma combinação de saudável, cirurgia e exercício físico.A Plicatura gástrica necessita de um período curto de hospitalização entre um ou dois dias, com um retorno às atividades normais em uma semana.
FONTE:ISAÚDE.NET

quinta-feira, 1 de março de 2012